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O Olival da Beira Baixa

Em cada encosta, em cada paisagem,
As belas oliveiras se estendem ao horizonte,
Dando à Beira Baixa uma magia especial,
Um manto verde-cinza, uma visão imponente.

O vento traz nas suas asas o frio, E nascem as azeitonas, jóias negras, Enfeitando cada árvore com seu brilho, Inspirando novos versos e rimas eternas.

Oliveiras centenárias, algumas milenares, Guardam segredos de tempos passados, Testemunhas silenciosas de histórias e tradições, De mãos calejadas e rostos enrugados.

O "ouro" da Beira Baixa, suave e doce, Da galega, variante predominante, Um sabor inconfundível que perdura, Nas memórias de um povo resiliente.

Entre o verde e o cinza, as folhas resistem, Símbolo de força, vontade de renascer, A cada desafio, a cada nova estação, O olival da Beira Baixa continua a florescer.

Paulo Laia

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